Geminis

António Torres & Sérgio Matias

10

December
AUTOR(ES)
  • António Torres
  • Sérgio Matias
WORK IN PROGRESS
  • 1 de Dezembro
  • 18h30
DURAÇÃO
  • 25’ (aprox.)
  • (seguida de uma conversa com os artistas e Cláudia Galhós, Lígia Soares e Vera Mantero)
BILHETES
  • Entrada livre
  • (sujeita à lotação da sala)
CLASSIFICAÇÃO
  • M/12
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Sinopse

And what is the practice that needs to be practiced in order to ensure that the political does not vanish form the world? Precisely that thing called freedom. The vanishing of the political thing from the world is the vanishing of the experience and practice of movement as freedom.
André Lepecki

Nesta peça procuramos, através da ideia de paralelo e da construção de várias simetrias e sincronias, encontrar um corpo consequente, uma coreografia do possível a partir do encontro de dois corpos com frequências energéticas amplas comuns.

Geminis é uma coreografia interseccional onde, a partir das multiplicidades transversais individuais e biográficas de dois corpos, se procuram unicidades, analogias para a construção e um novo corpo. Desenvolvem-se paradigmas de um corpo de hoje, um corpo referencial, imagético, enérgico, que engole o ar na construção de si, através do encontro e da possibilidade de infiltração no/do outro. Não enquanto projeção, antes enquanto contaminação de lugares comuns.

Ficha Técnica

Criação, interpretação e figurinos
António Torres
Sérgio Diogo Matias

Desenho de luz e operação
Sara Garrinhas

Música
Mestre André

Textos e documentação
Telma João Santos

Fotografia e vídeo
Miguel Bartolomeu

Residências
23 Milhas
Companhia Olga Roriz
Estúdios Victor Córdon
EIRA

Apoios
Fundação GDA
Temps d´Images

António Torres

(Lisboa, 1987) Licenciado pela Escola Superior de Dança (2014) e em Artes Performativas na ESTAL (2009), tendo ainda estado no Konservatorium de Viena, em Erasmus (2014). Integrou FALL, de Victor Hugo Pontes (2014) e CLOUDS AFTER CRANACH, de Esther Balfe (Cia. William Forsythe). Em 2015, interpretou THIS IS NOT A LOVE STORY, de Maurícia Neves (CCB) e ETERNURIDADE, de Amélia Bentes. No mesmo ano, co-criou com Ana Jezabel, OUTRO EM MIM QUE EU INGORO (2015) e A IMPORTÂNCIA DE SER desNECESSÁRIO (2017). Participou em A SLOW DANCE WITHOUT NAME (2016) de Jacopo Miliani, como performer. Criou um solo sem título no projecto Campos da Dança no Festival Todos’16 e ENCARNADO em 2017, a convite da Madalena Victorino. Colaborou com Rui Horta na abertura da exposição de Robert Schad. Interpreta WE ARE NOT SO PRETENTIOUS, co-criação com Bárbara Carlos e Maurícia | Neves (2017). Em 2018 colaborou com Lígia Soares, na peça CUORE e encontra-se em processo criativo do primeiro solo SWAN FAKE. Destaca ainda ANJOS NO CABELO DO DIABO, encenação de Miguel Borges e TÚMULO DE CÃES, de Dinarte Branco. Ao longo do seu percurso, tem feito workshops com Alain Platel, Hoffesh Shechter, Jonathan Burrows, Doris Uhlich, Tânia Carvalho, Esther Balfe, Madalena Victorino, João Fiadeiro, Catarina Câmara, Peter M. Dietz, Tamara Cubas, Vera Mantero, Marlene M. Freitas, entre outros.

Sérgio Diogo Matias

(1985, Lisboa) Iniciou os seus estudos nas artes plásticas e em 2008 e 2010 ingressa na licenciatura de Interpretação/ Criação da Escola superior de Dança – Instituto Politécnico de Lisboa. No último ano da licenciatura frequenta a ArteZ Hogeeschool, em Arnhem sendo bolseiro do programa Erasmus e em 2013/ 2014 é aluno do curso do Fórum Dança, PEPCC. Como intérprete destaca colaborações com Amélia Bentes, Miguel Pereira e o Ballet Contemporâneo do Norte. Em 2014 é co-criador de Pastiche em colaboração com Luiz Antunes, projecto financiado pelo programa de bolsas de apoio à criação em dança pela Fundação Calouste Gulbenkian. Em Abril de 2017 apresenta nos Palcos Instáveis uma colaboração com Filipe Moreira, CASULA e é intérprete na criação “EQUANIMIDADE” de Vânia Rovisco, no âmbito do Festival Walk&Talk. Destaca também o seu último trabalho MASS|MESS, que teve estreia no Festival Paralelo, Açores. Actualmente colabora com a Associação Cultural - Vaca Magra, bem como é intérprete na peça “Violência das Coisas Insensíveis” de Nuno Labau com apresentação na 19ª Plataforma Internacional do Festival de Dança de Almada. No contexto do Festival Cartografias, com curadoria de Ezequiel Santos, apresenta o seu solo Insólido, que teve início durante o curso do Forum Dança, PEPCC. Em 2018 para além de continuar com o seu trabalho como intérprete, nomeadamente com Tânia Carvalho na reposição da peça Ichosaedron para o ciclo de comemoração de 20 anos de carreira da coreógrafa, bem como para Clara Andermatt no projecto “Lisbon under stars”, um convite de OCUBO, um projecto de videomapping. Apresenta MASS|MESS em Lisboa, na Rua das Gaivotas 6 e a peça Insólido no Curtas de Dança do A22, no contexto do festival DDD, Porto.
1
Dezembro
Work in progress
Geminis
António Torres & Sérgio Matias
18h30, Espaço Alkantara
Entrada Livre