• SEX
    13
    OUT
  • SAB
    14
    OUT
  • DOM
    15
    OUT
  • SEG
    16
    OUT
  • TER
    17
    OUT
  • QUA
    18
    OUT
  • QUI
    19
    OUT
  • SEX
    20
    OUT
  • SAB
    21
    OUT
  • DOM
    22
    OUT
  • SEG
    23
    OUT
  • TER
    24
    OUT
  • QUA
    25
    OUT
  • QUI
    26
    OUT
  • SEX
    27
    OUT
  • SAB
    28
    OUT
  • DOM
    29
    OUT
  • SEG
    30
    OUT
  • TER
    31
    OUT
  • QUA
    01
    NOV
  • QUI
    02
    NOV
  • SEX
    03
    NOV
  • SAB
    04
    NOV
  • DOM
    05
    NOV
ESPECTÁCULO
MERCI - A ANTESTREIA
Sara Vaz

Teatro da Trindade
13 - 15 OUT sex e sáb às 21h45, dom às 17h00

ESPECTÁCULO
MERCI - A ANTESTREIA
Sara Vaz

Teatro da Trindade
13 - 15 OUT sex e sáb às 21h45, dom às 17h00

ESPECTÁCULO
MERCI - A ANTESTREIA
Sara Vaz

Teatro da Trindade
13 - 15 OUT sex e sáb às 21h45, dom às 17h00

ESPECTÁCULO
A IMPORTÂNCIA DE SER PAUL B PRECIADO - ARQUIPÉLAGO
Miguel Bonneville

ZDB Negócio
25 - 28 OUT às 21h30

ESPECTÁCULO
ANTES
Pedro Penim

Teatro da Trindade
25 OUT às 21h30

ESPECTÁCULO
A IMPORTÂNCIA DE SER PAUL B PRECIADO - ARQUIPÉLAGO
Miguel Bonneville

ZDB Negócio
25 - 28 OUT às 21h30

ESPECTÁCULO
BIBI HA BIBI
Henrique Furtado & Alaoun Marchal

Rua das Gaivotas 6
26 - 28 OUT às 21h30

CINEMA
10 ANS PRIX STUDIO COLLECTOR | LE FRESNOY - STUDIO NATIONAL
Le Fresnoy

Fundação Leal Rios
26 OUT (1ª sessão) às 18h00 e 27 OUT (2ª sessão) às 18h00

ESPECTÁCULO
A IMPORTÂNCIA DE SER PAUL B PRECIADO - ARQUIPÉLAGO
Miguel Bonneville

ZDB Negócio
25 - 28 OUT às 21h30

ESPECTÁCULO
BIBI HA BIBI
Henrique Furtado & Alaoun Marchal

Rua das Gaivotas 6
26 - 28 OUT às 21h30

CINEMA
10 ANS PRIX STUDIO COLLECTOR | LE FRESNOY - STUDIO NATIONAL
Le Fresnoy

Fundação Leal Rios
26 OUT (1ª sessão) às 18h00 e 27 OUT (2ª sessão) às 18h00

ESPECTÁCULO
ANTROPOCENAS
Rita Natálio & João dos Santos Martins

São Luiz Teatro Municipal
27 - 29 OUT às 21h00

ESPECTÁCULO
A IMPORTÂNCIA DE SER PAUL B PRECIADO - ARQUIPÉLAGO
Miguel Bonneville

ZDB Negócio
25 - 28 OUT às 21h30

ESPECTÁCULO
BIBI HA BIBI
Henrique Furtado & Alaoun Marchal

Rua das Gaivotas 6
26 - 28 OUT às 21h30

ESPECTÁCULO
ANTROPOCENAS
Rita Natálio & João dos Santos Martins

São Luiz Teatro Municipal
27 - 29 OUT às 21h00

ESPECTÁCULO
ANTROPOCENAS
Rita Natálio & João dos Santos Martins

São Luiz Teatro Municipal
27 - 29 OUT às 21h00

ESPECTÁCULO
NO INTERVALO DE UMA ONDA
Rafael Alvarez

ZDB Negócio
1 - 4 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
NO INTERVALO DE UMA ONDA
Rafael Alvarez

ZDB Negócio
1 - 4 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
O CRIADO
André Murraças

Rua das Gaivotas 6
2 - 5 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO | INSTALAÇÃO
KASPAR: PALAVRA SOPRADA | INTERVALO
Alexandre Pieroni Calado | João Ferro Martins

Latoaria
2 - 5 NOV qui a dom às 17h00, 18h00, 19h00, 20h00 e 21h00 (por marcação)

ESPECTÁCULO
NO INTERVALO DE UMA ONDA
Rafael Alvarez

ZDB Negócio
1 - 4 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
O CRIADO
André Murraças

Rua das Gaivotas 6
2 - 5 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO | INSTALAÇÃO
KASPAR: PALAVRA SOPRADA | INTERVALO
Alexandre Pieroni Calado | João Ferro Martins

Latoaria
2 - 5 NOV qui a dom às 17h00, 18h00, 19h00, 20h00 e 21h00 (por marcação)

ESPECTÁCULO
NOVA CRIAÇÃO
Filipe Pereira & Teresa Silva

Maria Matos Teatro Municipal
3 - 5 NOV sex e sáb às 21h30, dom às 18h30

ESPECTÁCULO
NO INTERVALO DE UMA ONDA
Rafael Alvarez

ZDB Negócio
1 - 4 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
O CRIADO
André Murraças

Rua das Gaivotas 6
2 - 5 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO | INSTALAÇÃO
KASPAR: PALAVRA SOPRADA | INTERVALO
Alexandre Pieroni Calado | João Ferro Martins

Latoaria
2 - 5 NOV qui a dom às 17h00, 18h00, 19h00, 20h00 e 21h00 (por marcação)

ESPECTÁCULO
NOVA CRIAÇÃO
Filipe Pereira & Teresa Silva

Maria Matos Teatro Municipal
3 - 5 NOV sex e sáb às 21h30, dom às 18h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
O CRIADO
André Murraças

Rua das Gaivotas 6
2 - 5 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO | INSTALAÇÃO
KASPAR: PALAVRA SOPRADA | INTERVALO
Alexandre Pieroni Calado | João Ferro Martins

Latoaria
2 - 5 NOV qui a dom às 17h00, 18h00, 19h00, 20h00 e 21h00 (por marcação)

ESPECTÁCULO
NOVA CRIAÇÃO
Filipe Pereira & Teresa Silva

Maria Matos Teatro Municipal
3 - 5 NOV sex e sáb às 21h30, dom às 18h30

ESPECTÁCULO
CHEGO SEMPRE ATRASADA AOS FUNERAIS IMPORTANTES
Catarina Vieira

Rua das Gaivotas 6
6 NOV às 19h00

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
APAGÃO
David Marques & Tiago Cadete

ZDB Negócio
7 - 9 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
APAGÃO
David Marques & Tiago Cadete

ZDB Negócio
7 - 9 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
APAGÃO
David Marques & Tiago Cadete

ZDB Negócio
7 - 9 NOV às 21h30

LANÇAMENTO LIVRO
COLECÇÃO DE AMANTES, VOL. I
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Átrio)
9 NOV às 19h00

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
THE END (DRAFT)
Cátia Pinheiro & José Nunes + André Godinho

Teatro da Trindade
10 - 12 NOV sex e sáb às 21h45, dom às 17h00

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
THE END (DRAFT)
Cátia Pinheiro & José Nunes + André Godinho

Teatro da Trindade
10 - 12 NOV sex e sáb às 21h45, dom às 17h00

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
THE END (DRAFT)
Cátia Pinheiro & José Nunes + André Godinho

Teatro da Trindade
10 - 12 NOV sex e sáb às 21h45, dom às 17h00

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
2 - 12 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO - Work in progress
YOU NEED HEART TO PLAY THIS GAME
Plataforma285

Fundação Leal Rios
13 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE AMANTES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
15 - 19 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE AMANTES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
15 - 19 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE AMANTES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
15 - 19 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
WE ARE NOT SO PRETENTIOUS
António Torres, Bárbara Carlos & Maurícia Neves

Biblioteca de Marvila
17 - 18 NOV às 21h30

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE AMANTES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
15 - 19 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

ESPECTÁCULO
WE ARE NOT SO PRETENTIOUS
António Torres, Bárbara Carlos & Maurícia Neves

Biblioteca de Marvila
17 - 18 NOV às 21h30

INSTALAÇÃO
( )³
João Cristóvão Leitão & João Pedro Fonseca

Appleton Square
INAUGURAÇÃO: 18 NOV 19 - 24 NOV (aberto ao público por marcação no horário da galeria)

ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE AMANTES
Raquel André

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Estúdio)
15 - 19 NOV qua às 19h30, qui a sáb às 21h30, dom às 16h30

INSTALAÇÃO
( )³
João Cristóvão Leitão & João Pedro Fonseca

Appleton Square
INAUGURAÇÃO: 18 NOV 19 - 24 NOV (aberto ao público por marcação no horário da galeria)

INSTALAÇÃO
( )³
João Cristóvão Leitão & João Pedro Fonseca

Appleton Square
INAUGURAÇÃO: 18 NOV 19 - 24 NOV (aberto ao público por marcação no horário da galeria)

INSTALAÇÃO
( )³
João Cristóvão Leitão & João Pedro Fonseca

Appleton Square
INAUGURAÇÃO: 18 NOV 19 - 24 NOV (aberto ao público por marcação no horário da galeria)

CINEMA
PERGUNTAS DIFÍCEIS
João Meirinhos

Rua das Gaivotas 6
22 NOV às 19h30 (por marcação)

ESPECTÁCULO
CHÉRIE, CHÉRI
Miguel Bonneville

Mise en Scène
22 - 25 NOV das 20h00 às 2h00 (por marcação)

INSTALAÇÃO
( )³
João Cristóvão Leitão & João Pedro Fonseca

Appleton Square
INAUGURAÇÃO: 18 NOV 19 - 24 NOV (aberto ao público por marcação no horário da galeria)

CINEMA
SESSÃO CURTAS ESCOLA SUPERIOR DE TEATRO E CINEMA
Vários autores

Cinema Ideal
23 NOV às 19h30

ESPECTÁCULO
CHÉRIE, CHÉRI
Miguel Bonneville

Mise en Scène
22 - 25 NOV das 20h00 às 2h00 (por marcação)

INSTALAÇÃO
( )³
João Cristóvão Leitão & João Pedro Fonseca

Appleton Square
INAUGURAÇÃO: 18 NOV 19 - 24 NOV (aberto ao público por marcação no horário da galeria)

CINEMA
NUNCA AS MINHAS MÃOS FICAM VAZIAS
Miguel Munhá

Cinema Ideal
24 NOV às 19h30

ESPECTÁCULO
CHÉRIE, CHÉRI
Miguel Bonneville

Mise en Scène
22 - 25 NOV das 20h00 às 2h00 (por marcação)

INSTALAÇÃO
( )³
João Cristóvão Leitão & João Pedro Fonseca

Appleton Square
INAUGURAÇÃO: 18 NOV 19 - 24 NOV (aberto ao público por marcação no horário da galeria)

CINEMA
SILÊNCIOS DO OLHAR
José Nascimento

Cinema Ideal
25 - 29 NOV às 19h30

ESPECTÁCULO
CHÉRIE, CHÉRI
Miguel Bonneville

Mise en Scène
22 - 25 NOV das 20h00 às 2h00 (por marcação)

CINEMA
SILÊNCIOS DO OLHAR
José Nascimento

Cinema Ideal
25 - 29 NOV às 19h30

CINEMA
SILÊNCIOS DO OLHAR
José Nascimento

Cinema Ideal
25 - 29 NOV às 19h30

CINEMA
SILÊNCIOS DO OLHAR
José Nascimento

Cinema Ideal
25 - 29 NOV às 19h30

CINEMA
SILÊNCIOS DO OLHAR
José Nascimento

Cinema Ideal
25 - 29 NOV às 19h30

ESPECTÁCULO
HEARING
Amir Reza Koohestani

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Garrett)
1 e 2 DEZ às 21h00

ESPECTÁCULO
HEARING
Amir Reza Koohestani

Teatro Nacional D. Maria II (Sala Garrett)
1 e 2 DEZ às 21h00

EXPOSIÇÃO
LOOPS.LISBOA

Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
INAUGURAÇÃO: 5 DEZ (até 4 FEV 2018)

Alaoun Marchal
Aloun Marchal é improvisador, bailarino e coreógrafo. Em 2008 e 2012, recebe a bolsa danceWEB. Cria Gerro, Minos and Him com Simon Tanguy e Roger Sala Reyner. Em 2010, obtém o segundo prémio Danse Elargie e em 2013, o prémio de melhor peça no festival Stuttgarter Tanz und Teater Festival. Aloun Marchal continua em tournée com duas de suas criações: Gerro, Minos and Him e Trippel, uma encomenda da companhia SPINN, com sede em Goteborg.   ESPECTÁCULO
BIBI HA BIBI
Alexandre Pieroni Calado
Alexandre Pieroni Calado (Lisboa, 1975). Licenciado Pré-Bolonha em Teatro, pela Escola Superior de Teatro e Cinema (IPL Lisboa). Mestre em História e Filosofia da Ciência, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia (UNL Lisboa). Doutor em Artes Cênicas, pela Escola de Comunicação e Artes (USP São Paulo). Dirigiu Dramas de Princesas. A Morte e a Donzela (2015), Woyzeck 1978 (2014), Quarteto (2013), Pregação (2012), Tête de Meduse (2010), da beleza ou o sistema nervoso dos peixes (2009), Húmus: Tríptico#2 (2014), Mecânica das Paixões (2012) e Miss Puss / Mestre Gato (2007). No teatro trabalhou com Ivica Buljan, Rogério de Carvalho, Amândio Pinheiro, Anabela Mendes, entre outros. É membro do Centro de Investigação em Artes e Comunicações (UAlgarve /IPLisboa).   ESPECTÁCULO
KASPAR: PALAVRA SOPRADA
Amir Reza Koohestani
Amir Reza Koohestani nasceu a 8 de junho de 1978 em Shiraz, no Irão. Com 16 anos começou a publicar pequenas histórias nos jornais locais. Atraído pelo cinema, fez cursos de realização e cinematografia e em 1995 e criou dois filmes inacabados. Depois de uma breve experiência como performer, dedicou seu tempo a escrever as suas primeiras peças: And The Day Never Came (1999), que nunca foi apresentada, e The Murmuring Tales (2000), que recebeu a aclamação da crítica em Terão, durante o 18º International Fadjr Theatre Festival. Com a sua terceira peça, Dance On Glasses (2001), em tournée por quatro anos, Amir Reza Koohestani ganhou notoriedade internacional e encontrou o apoio de vários directores artísticos de teatro e festivais europeus. Em seguida, seguiram-se as peças Recent Experiences (a partir do texto original dos escritores canadianos Nadia Ross e Jacob Wren, 2003); Amid the Clouds (2005); Dry Blood & Fresh Vegetables (2007) e Quartet: A Journey North (2008), todos recebidos com sucesso na Europa. Amir Reza Koohestani também foi convidado pelo Schauspielhaus em Koln, onde escreveu e encenou Einzelzimmer (2006) e pelo Nouveau Théâtre de Besançon para criar a peça Des Utopies? (2009) com a japonesa Oriza Hirata e o francês Sylvain Maurice. Depois de dois anos de estudos em Manchester, Amir Reza Koohestani voltou ao Teerão em Julho de 2009 e criou a peça Where Were You on January 8th?, que esteve em tournée na Europa, Brasil, Japão ... Em outubro de 2011, apesar de terminar seu serviço militar, Amir Reza Koohestani criou a adaptação de Ivanov de Anton Chekhov, em cena com sucesso em Teerão durante várias semanas. Em fevereiro de 2012, o filme Modest Reception, cujo guião foi co-escrito por Koohestani e Mani Haghighi - actor e realizador - ganhou o Prémio Netpac no Festival Internacional de Cinema de Berlim 2012. Em Setembro de 2012 criou a performance The Fourth Wall, adaptada da peça Inglaterra de Tim Crouch, que foi apresentada cem vezes numa galeria de arte em Teerão. Em 2013, o Festival de Marselha pediu a Koohestani para escrever e encenar uma nova peça, Timeloss (baseada na sua peça anterior Dance on Glasses), levada a cena com sucesso na Europa, Nova York e Los Angeles. De Outubro de 2014 a Março de 2015, Amir Reza Koohestani esteve em residência na Akademie Schloss Solitude, em Estugarda, onde escreveu sua última peça Hearing, cuja estreia foi em Teerão e que está agora em tournée na Europa.   ESPECTÁCULO
HEARING
André Godinho
Nasceu em Lisboa, em 1979. Estudou cinema na E.S.T.C. onde realizou “6 Minutos” (prémio Jovem Cineasta no Curtas Vila do Conde ’02) e fez o Curso de Documentários com Les Ateliers Varan, na F.C. Gulbenkian. Realiza documentários (onde destaca “MHM” sobre Manuel Hermínio Monteiro e “Faz Tudo Parte” making of do concerto Três Cantos: José Mário Branco, Sérgio Godinho & Fausto) e ficções de carácter experimental (como “La Chambre Jaune”, “Ponto Morto” ou “Last Place Ex Aequo”). Realizou vídeos integrados em espectáculos de teatro, dança e ópera, dirigidos por André e. Teodósio, André Heller-Lopes, Cátia Pinheiro & José Nunes, Joana Barrios, João Pedro Vaz, Rui Lopes Graça, Sérgio Godinho, Sónia Baptista, entre outros. É um colaborador próximo das companhias Teatro Praga e Cão Solteiro Teatro, com quem colabora não só como realizador, mas também como ator e co-criador.   ESPECTÁCULO
THE END (DRAFT)
André Murraças
Estudou Cenografia na Escola Superior de Teatro e Cinema e acabou com distinção o Master of Arts in Scenography da Hogeschool voor de Kunsten, em Utrecht, na Holanda. Foi encenador, dramaturgo, cenógrafo e intérprete dos solos Fantasmas, Santos e Pecadores, Teatro Noir, Sex Zombie – a vida de Verónica Lake, Hollywood, One Night Only – uma rádio-conferência, Um Marido Ideal, Pour Homme, Swingers, As Peças Amorosas e As Palavras são o meu Negócio. Escreveu as peças 50 – Orlando, ouve, Todas as noites a mesma noite, Film Noir, Os Inconvenientes e O Espelho do Narciso Gordo. Trabalhou como redactor publicitário e foi guionista para televisão. É autor e realizador da websérie Barba Rija.   ESPECTÁCULO
O CRIADO
António Torres
ANTÓNIO TORRES (Esposende, 1987) é licenciado pela Escola Superior de Dança (2014) e em Artes Performativas na ESTAL (2009), tendo ainda estado no Konservatorium de Viena, em ERASMUS (2014). Integrou FALL, de Victor Hugo Pontes (2014) e CLOUDS AFTER CRANACH, de Esther Balfe (Cia. William Forsythe). Em 2015, interpretou THIS IS NOT A LOVE STORY. THIS IS A and B., de Maurícia Neves (CCB) e ETERNURIDADE, de Amélia Bentes. No mesmo ano, criou com Ana Jezabel, OUTRO EM MIM QUE EU INGORO (2015) e A IMPORTÂNCIA DE SER desNECESSÁRIO (2017). Participou em A SLOW DANCE WITHOUT NAME (2016) de Jacopo Miliani, como performer e criou um solo no projecto Campos da Dança no Festival Todos’16, dirigido por Madalena Victorino e Giacomo Scalisi. Interpreta WE ARE NOT SO PRETENTIOUS, de Bárbara Carlos e Maurícia Neves (2017). Ao longo do seu percurso, tem feito workshops com Alain Platel, Hoffesh Shechter, Jonathan Burrows, Doris Ulrich, Tânia Carvalho, Esther Balfe, Madalena Victorino, João Fiadeiro, Peter M. Dietz, Marlene M. Freitas, entre outros.   ESPECTÁCULO
WE ARE NOT SO PRETENTIOUS
Bárbara Carlos
BÁRBARA CARLOS (Lisboa, 1992) é licenciada pela Escola Superior de Dança (2011-2014) e ex-federada de Ginástica Acrobática pela FGP (1998-2006). De 2007 a 2010, no Teatro Reticências, com o encenador Rui Mário (TeatroTapafuros); faz ano intensivo de formação no Grupo Teatro de Letras (Faculdade Letras de Lisboa), com Ávila Costa (2011). Teve formação com Sofia Neuparth e Paula Petreca (CEM, 2011), Quorum DanceAcademy (2010). Dança em Holy the supernatural extra brilliant inteligent kindness of the soul, de Catarina Morla (2012). Contacta com as técnicas: Gaga; Flying Low (Cristina Planas Leitão); Countertechnique, e coreógrafos: Ann Van Den Broek e seus intérpretes; Tony Vezich; Jozef Frucek e Linda Kapetanea (RootlessRoot); Maurice Causey, entre outros num processo intensivo na ArteZ Institut of Arts (Arnhem, Holanda, 2014-2015). Em residência artistica no Alkantara (Agosto 2015, Lisboa) com a peça "This is not a love story. This is A and B." criada por Maurícia Neves, apresentando-a no CCB – Centro Cultural de Belém (Novembro, 2015). Em 2016, dança em "And now you're really in the total animal soup of time" de Catarina Morla; e inicia um projecto de co-criação "We are not So pretentious" com António Torres e Maurícia Neves.   ESPECTÁCULO
WE ARE NOT SO PRETENTIOUS
Catarina Vieira
Catarina Vieira (direcção artística, criação, interpretação, texto) Aveiro,1983. Licenciada em Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequenta o Mestrado Das Theatre (Holanda), como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Criou, em colaboração com Solange Freitas: Lá e Cá, 2007; Temporária, Temps d’Images 2010; Fora de Jogo, Temps d’Images 2011; O Festim – do fim das coisas nada sabemos, colaboração com Tiago Cadete, Temps d’Images 2012; Bugs, Festival Internacional de Teatro y Artes de Calle de Valladolid 2013; Ex Machina, Mala Voadora (Porto) e Temps d’Images 2014; Go Tell Fire To The Mountain, Festival Internacional de Teatro y Artes de Calle de Valladolid, 2015. Frequentou a École des Maîtres, em 2014. Trabalhou com Rimini Protokoll, Ricci/Forte, El Conde de Torrefiel, Jérôme Bel e Edit Kaldor.   ESPECTÁCULO
CHEGO SEMPRE ATRASADA AOS FUNERAIS IMPORTANTES
Cátia Pinheiro
Nasceu no Porto, em 1980 e fez formação na ACE. Trabalhou como actriz com vários encenadores e estruturas como António Fonseca, Nuno Cardoso, Marcantónio Del’Carlo, Nuno Carinhas, Diogo Infante, Ana Luísa Guimarães, Nuno M. Cardoso, Mundo Perfeito, António Villareal, Philippe Quesne, Cão Solteiro, entre outros. Co-criou e interpretou os espectáculos "Receita para me Ouvires" (2006), “A Festa” (2008), “Geopolítica do Caos” (2009), “WTF?” (2010), “Wanted” (2015), “Uma Gaivota” (2016) e “Geocide” (2017). Criou o projecto transdisciplinar “The Walk” (2013/2014) e co-criou com a instalação-vídeo “Display” (2014). Dirigiu os grupos universitários GTN (2012) e Projeto Teatral FEUP (2017). Para além da concepção plástica dos seus projectos, criou a instalação "Terceira Via" para o espectáculo de Rogério Nuno Costa (2013). Em 2011, foi Bolseira do Centro Nacional de Cultura. Foi membro-fundador da companhia Caixa Negra – Teatro e Performance (1999) e em 2009 criou a Estrutura Associação Cultural, juntamente com José Nunes.   ESPECTÁCULO
THE END (DRAFT)
David Marques
David Marques nasceu em Torres Novas, 1985. Licenciado pela E.S.D. de Lisboa, frequentou a formação ex.e.r.ce do CCN Montpellier, dirigida por Mathilde Monnier, como bolseiro da F. C. Gulbenkian. Começou a desenvolver o seu trabalho coreográfico em 2007 com o apoio da EIRA. Tem-se apresentado em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Ucrânia e Israel. Criou 'Motor de Busca', 'Future Plans', 'Conquest', comissariado pela F.de Serralves, 'KIN' e ‘Ressaca’ com estreia na Culturgest. Com Ido Feder criou 'Bête de Scène', 'Images de Bêtes', em colaboração com o fotógrafo Uri Gershuni e 'THE POWERS THAT B'. Tem sido regularmente apoiado pela F. C.Gulbenkian e pela S.E.C/DGArtes para a criação dos seus projectos. Como intérprete trabalhou com Francisco Camacho, Filipa Francisco, Tiago Guedes, Lígia Teixeira, Maya Levy&Anando Mars, Loic Touzé, David Wampach, Lucie Tumova e Emily Wardill, artista visual. Tem dirigido ateliers no Fórum Dança, em Lisboa, Jerusalem Academy of Music and Dance e SIDance em Seoul.   ESPECTÁCULO
APAGÃO
Filipe Pereira
Filipe Pereira (Leiria, 1986) é licenciado em dança pela Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 2012, conclui o Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica ministrado pelo Fórum Dança, durante o qual tem formação com Meg Stuart, Francisco Camacho, LoïcTouzé, Jennifer Lacey, Madalena Victorino, Jeremy Nelson, João Fiadeiro, Miguel Pereira, Vera Mantero, K. J. Holmes, Mark Tompkins, Patrícia Portela, entre outros. É neste programa que cria as peças É grande mas fica-te bem e I’m a bush in the middle of the forest, em colaboração com Aleksandra Osowicz. Trabalhou como intérprete com Dinis Machado em In a manner of speaking, João dos Santos Martins em Projecto continuado (2015), com Sofia Dias & Vítor Roriz em O mesmo mas ligeiramente diferente e Fora de qualquer presente, com Martine Pisani em Rien n´est établi, com Inês Jacques em Liars, com a Trisha Brown Dance Company em Planes e Floor of the Forest, com Félix Ruckert em Ring, com Tiago Guedes em Matrioska e com Tânia Carvalho em Icosahedron. Em 2012, cria em colaboração com Aleksandra Osowicz, Helena Ramírez, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher a peça HALE – estudo para um organismo artificial, e em 2013 co-cria com Teresa Silva as peças Letting Nature take over us again e O que fica do que passa.   ESPECTÁCULO
NOVA CRIAÇÃO
Henrique Furtado
Engenheiro em Energia e Meio Ambiente, bailarino, performer e coreógrafo, Henrique vive e trabalha entre Portugal e França. Efetua a sua formação artística em várias instituições europeias (INSA de Lyon, Extensions – CDC de Toulouse, Prototype II – Abadia de Royaumont). É intérprete para projectos de Bleuène Madelaine, Eric Languet, Aurélien Richard, Céline Cartillier e Tino Sehgal. Além disso, é marcado por encontros com vários artistas como João Fiadeiro, Sophie Perez e Xavier Boussiron, entre outros. Colabora actualmente com Aloun Marchal e Chiara Taviani (Stand still you ever-moving spheres of heaven) na criação de espectáculos onde os estilos e os géneros se sobrepõem, e onde os figurinos, os objectos e a presença vocal têm um lugar de destaque.   ESPECTÁCULO
BIBI HA BIBI
João Cristóvão Leitão
João Cristóvão Leitão é licenciado em Teatro (Dramaturgia), pela Escola Superior de Teatro e Cinema, e mestre em Arte Multimédia (Audiovisuais), pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Enquanto criador, funda o colectivo performativo 3.14 (2010-2012) e, em 2012, integra o colectivo SillySeason. Desenvolve, regularmente, projectos de vídeo arte ("O Retrato de Mónica", "O Retrato de Irineu", "O Retrato de Ulisses", "o jardim dos caminhos que se bifurcam"), alguns dos quais foram exibidos a nível europeu e/ou premiados a nível nacional (Grande Prémio LOOPS.LISBOA, Prémio FUSO – Júri/Fundação EDP, Prémio FUSO – Público, Prémio Fundação INATEL, Prémio Jovens Criadores). É, actualmente, representado pela plataforma francesa Heure Exquise: Centre International pour les Arts Vidéo. Colabora com Mole Wetherell, da companhia inglesa/belga Reckless Sleepers (2012), Rabbit Hole (2014), VIDEOLOTION (2015-2017), Elmano Sancho (2015), Ana Jezabel e António Torres (2017), e Daniel Gorjão/Teatro do Vão (2017).   INSTALAÇÃO
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João Ferro Martins
João Ferro Martins (Santarém, 1979). Licenciou-se em Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design (IPL Caldas da Rainha). Trabalha como artista visual, sonoro e performativo. As suas exposições individuais mais recentes incluem La cosa che vuoi dirmi è bella o brutta? (2014), Reprise (2014), Contínuo (João Ferro Martins e Miguel Palma, 2013), Ficção Científica (2012), Ana Santos e João Ferro Martins (2011), F.O.R.M.E.L. - Faux, Ordinaire, Revêche, Manipulateur, Egoïste, Lascif (2011), From L to L and back again (João Ferro Martins e Ruth Proctor, 2011), Suite per vino solo (2011). Desenvolveu temas sonoros originais para os espectáculos Quarteto (2013), Woyzeck 1978 (2014) e Dramas de Princesas (2015), de Alexandre Pieroni Calado.   INSTALAÇÃO
INTERVALO
João Meirinhos
João Meirinhos (Lisboa, 1984) é licenciado em Ciências da Comunicação na variante de cinema e audiovisual pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (UNL). Após trabalhar em regime freelancer na indústria publicitária portuguesa, no Verão de 2008 decidiu partir à procura de novas perguntas. Esse caminho entrou em piloto automático e levou-o a viver e trabalhar em Bologna, Barcelona, Tallinn e Hong Kong. Em 2011 visitou 22 países e foi voluntário internacional pela ONG italiana Bambini Nel Deserto. Com eles montou o Cinema du Desert. Um cinema nómada que funciona a energia solar e viaja longas distâncias de camião a mostrar filmes de graça nas aldeias mais imprevistas do planeta. Este projeto já o levou até ao Burkina-Faso e à Mongólia. Acredita que a necessidade de partilha é específica da natureza humana e que o estado de saúde de uma pessoa também passa pelo seu acesso a momentos de lazer e cultura. Desde a conclusão do mestrado em Antropologia Visual e Filme Etnográfico pela Universidade de Manchester que se especializou na edição de vídeo. Trabalha como investigador audiovisual e documentarista em busca de reduzir a sua impressão digital do processo criativo com vista a dar voz a grupos sociais mais desfavorecidos e assim desafiar-se através da criação em colaboração.   CINEMA
PERGUNTAS DIFÍCEIS
João Pedro Fonseca
João Pedro Fonseca frequentou o curso de pintura da FBAUL. Conta com um percurso multidisciplinar, tendo já exposto em diversas cidades, destacando: Montpellie (França), Lisboa (Portugal), São Paulo (Brasil) e Cidade do México (México). Em 2016, é convidado pelo encenador Carlos Pimenta para trabalhar na área do vídeo e do espaço cénico na ópera "L'Isola Disabitata" (CBB) e posteriormente na peça de teatro "A grande vaga de frio" (CCB, 2017). Tem vindo integrar a programação de festivais das artes digitais, como Mundos Alternativos (vencedor), Jovens Criadores (vencedor), Videoformes (selecionado), LOOPS.LISBOA (selecionado) e FUSO (selecionado). Em 2016, é um dos cinco artistas emergentes do projeto "Galp: Ignition", sendo apontado como uma das novas promessas da arte contemporânea. No mesmo ano, torna-se bolseiro de Apoio às Artes Plásticas, através da Fundação Calouste Gulbenkian. Trabalha também como artista gráfico e plástico e conta com várias elaborações de capas de álbuns de artistas como: Mr. Herbert Quain, nial, I, Alexander, Francis Dale. Em 2017, é convidado pela Red Bull Music Academy a trabalhar em Berlin uma peça de vídeo 360º para o Trikk, a ser apresentado no Neo Pop. Foi também convidado pela Match Attack a fazer visuais no NOS ALIVE’17 para os projectos Marvel Lima e Mike El Nite.   INSTALAÇÃO
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João Santos Martins
João dos Santos Martins nasceu em Santarém em 1989. É licenciado em Dança pela Escola Superior de Dança (2010) e mestre em Estudos Coreográficos pela Paul Valèry III/ex.e.r.ce – dirigido por Mathilde Monnier em Montpellier (2013). Frequentou igualmente a Codarts, a P.A.R.T.S. e o MA-CuP em Giessen, dirigido por Bojana Kunst. Colabora como intérprete com Eszter Salamon e Xavier Le Roy e trabalhou anteriormente com Cão Solteiro, Ana Borralho & João Galante e Rui Horta, entre outros. Do seu trabalho contam a adaptação do solo Conquest (2010) de Deborah Hay, a reconstrução de Continuous Project Altered Daily (2011) de Yvonne Rainer e a produção coreográfica de Tropa Fandanga (2014) do Teatro Praga. Criou Le Sacre du Printemps (2013), co-dirigido com Min Kyoung Lee, Masterpiece (2013), Projecto Continuado (2015) - Prémio Autores SPA 2016 – e Autointitulado (2015) com Cyriaque Villemaux. Mais recentemente, foi convidado a dirigir Vera Mantero, João Fiadeiro, Clara Andermatt e Paulo Ribeiro no evento Reencontro (2016). A convite do Walk&Talk Azores criou #dancewithsombody (2016) para e com o Núcleo de Artes Performativas 37,25. Recebeu a bolsa de mérito da ESD-IPL 2008/09, foi bolseiro do programa danceWeb 2010, do Centro Nacional de Cultura (2010), do programa ENPARTS (2010/11) e da Fundação Calouste Gulbenkian (2011-13). É actualmente “artista residente” da Circular Associação Cultural. O seu trabalho foi apresentado em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Áustria, Roménia, República da Coreia e Nova Zelândia.   ESPECTÁCULO
ANTROPOCENAS
José Nunes
Nasceu no Porto, em 1983. É formado em Teatro (ESMAE) e Programação e Gestão Cultural (ULHT). Colaborou como actor, criador e assistente de encenação com os seguintes encenadores e companhias: Teatro Praga, Pedro Penim, Mundo Perfeito, Rogério Nuno Costa, João Garcia Miguel, Cristina Carvalhal. Em 2008, participou como criador convidado no encontro internacional Skite/Sweet and Tender. Dirigiu “Vertigem” (2007) e co-criou e interpretou “Botox” (2009), “Geopolítica do Caos” (2009), WTF? (2010), “Wanted” (2015), “Uma Gaivota” (2016) e “Geocide” (2017). Co-criou o projecto transdisciplinar “Nova Criação” (2010/2011) e colaborou no projecto “The Walk”, de Cátia Pinheiro (2013/2014). Co-dirige o projecto teatral da FEUP desde 2017, fez a tutoria artística do programa “Vinte Minutos” (Teatro Municipal do Porto) e colabora no projecto “Universo283” (mala voadora, PARTIS - Gulbenkian). Fundou e co-dirigiu a companhia de teatro Primeiro Andar (2005-2009) sediada na Fábrica da Rua da Alegria (Porto). Em 2009, criou a Estrutura Associação Cultural, juntamente com Cátia Pinheiro.   ESPECTÁCULO
THE END (DRAFT)
Maurícia Neves
Maurícia Barreira Neves (Portimão, 1989) é aspirante a coreógrafa e performer, tem produzido as suas próprias criações de dança, performance, instalação e música, aventurando-se também na área de figurinos e design de iluminação, nas suas criações. Em 2009, começa a dedicar-se mais afincadamente à criação das suas performances sendo a primeira apresentada na Rua do Carmo, com 3h30m de duração. Um ano mais tarde, é convidada a apresentar novamente essa performance no Chiado, no âmbito do evento Chiado Afterwork. Em 2010, constrói a sua primeira co-criação KITSCHCAMP - JUÍZO FINAL. Em 2013, inicia a criação de uma trilogia de peças: uma instalação – This is not entertainment – uma faixa musical – This is not for sale e é um manifesto - e uma peça de dança – This is not a love story. This is A and B. Em 2014, surge “I’m not comfortable talking to you from up here”, uma peça de dança de 15 minutos e, em 2015, na Alemanha, concebe e apresenta uma performance instalação com duração de 5 horas – “I can’t die because of Global Warming”. No regresso a Portugal, inicia um novo projecto intitulado “WE WILL USE SMOKE MACHINES”, um trabalho colaborativo com 5 artistas de diferentes áreas artísticas. Em 2016, apresenta esse mesmo projecto no Festival Cumplicidades e, em Portimão. Após estas apresentações, lança-se em novas aventuras criativas, concebendo: “The power of unknown CHAOS” e “We are not So pretentious”. Foi também responsável por uma trilogia de curtas-metragens de vídeo-dança em parceria com Ricardo Guerreiro e Ricardo Dias e participou no “AQUI HÁ REGRAS!”, uma proposta de Collectif Jambe para o Festival Alkantara. Entre Julho e Agosto de 2016 desenvolveu a primeira versão com a duração de 3h45m de “The power of unknown CHAOS” em residência na Alemanha. Tem apresentado as suas criações em Lisboa (CCB, Teatro Cornucópia e Negócio - ZDB), Serpa (Musibéria), Almada (Teatro Municipal Joaquim Benite), Torres Vedras (Cine-Teatro), Portimão (TEMPO – Teatro Municipal de Portimão) e Alemanha.   ESPECTÁCULO
WE ARE NOT SO PRETENTIOUS
Miguel Bonneville
Miguel Bonneville (Porto, 1985) concluiu os cursos de ‘Interpretação’ na Academia Contemporânea do Espectáculo (2000-2003), ‘Artes Visuais’ na Fundação Calouste Gulbenkian (2006), ‘Autobiografias, Histórias de Vida e Vidas de Artista' no CIES/ISCTE (2008), ‘Arquivo – Organização e Manutenção’ no Citeforma (2013), ‘Costurar ideias’ na Magestil (2013), e ‘Cyborgs, Sexo e Sociedade’ na FCSH (2016). Fez parte do núcleo de artistas da produtora de dança contemporânea Eira (2004- 2006) e da Galeria 3+1 Arte Contemporânea (2009-2013). Recebeu o Prémio Ex Aequo (2015) pelas performances Medo e Feminismos, em colaboração com Maria Gil, e A importância de ser Simone de Beauvoir. Através de performances, desenhos, fotografias, vídeo, música e livros de artista, Bonneville introduz-nos a histórias autobiográficas centradas na desconstrução e reconstrução da identidade. Desde 2003 tem apresentado o seu trabalho em galerias de arte e festivais nacionais e internacionais, sobretudo os projectos seriados Family Project, Miguel Bonneville e A importância de ser. Colabora regularmente com artistas como Carlota Lagido, Joana Linda, Joana Craveiro e Maria Gil, tendo colaborado também com Francisco Camacho, Teatro Praga, Pablo Fidalgo, La Ribot, Sónia Baptista, AVaspo, entre outros. Foi artista residente no Sítio das Artes, CAMJAP - Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2007), Homesession (Barcelona, 2008), Mugatxoan - Fundação de Serralves (Porto, 2010), Festival Transeuropa2012 (Hildesheim, 2012), Arts Printing House (Vilnius, 2013), Arte y Desarrollo (Madrid, 2014) e Azala (Lasierra 2014), entre outros. Lecciona esporadicamente composição de performance autoral em diferentes estruturas nacionais e internacionais.   ESPECTÁCULO
A IMPORTÂNCIA DE SER PAUL B PRECIADO - ARQUIPÉLAGO
ESPECTÁCULO
CHÉRIE, CHÉRI
Miguel Munhá
Nascido a 1989, na Costa de Caparica, estuda desde cedo na Orquestra Metropolitana de Lisboa, onde termina o 8ºgrau em violoncelo. Em 2010 licencia-se em Arte e Multimédia (vertente Audiovisuais) pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, terminando o curso com o programa Erasmus na University of Hertfordshire (Hatfield, Inglaterra). Nessa estadia conclui um Diploma (conjunto de cinco workshops em diversas áreas cinematográficas) na Raindance (Londres, Inglaterra). Nesse ano produz as suas duas primeiras curta-metragens Nas Tuas Palavras e Uma Rosa no Deserto (projetos académicos). Em 2012 participa no Programa Inov-Art, com bolsa para estagiar em São Paulo na produtora de Cinema e TV Prodigo Films. Depois da experiência no Brasil ingressa no Mestrado em Desenvolvimento de Projecto Cinematográfico na ESTC. Em 2014 termina o trabalho de projeto com uma tese em Direcção de Actores.   CINEMA
NUNCA AS MINHAS MÃOS FICAM VAZIAS
Plataforma285
A Plataforma285 é um colectivo multidisciplinar de criação, fundado em 2011, com o intuito de criar espectáculos de teatro. Trabalhando em regime de colaboração criativa, a companhia desenvolveu oito criações, apresentadas na sua maioria, em espaços não convencionais. O seu trabalho distingue-se pelo desenvolvimento de uma dramaturgia original, assente na procura da não teatralidade e de novas linguagens criativas. Pretende-se um trabalho autoral, a procura pela intertextualidade, a construção de "realidades" construídas por actores (não por personagem). Trabalham com um grupo expansivo de criadores. Está actualmente sediada na Lx Factory.   ESPECTÁCULO
YOU NEED HEART TO PLAY THIS GAME
Pedro Penim
Pedro Zegre Penim (n. 1975) completou a sua formação teatral em 1998 na ESTC. É membro fundador e director artístico do Teatro Praga. A título de exemplo podemos destacar os espetáculos, Discotheater (Festival Alkantara, 2006), Padam Padam (CCB, 2008), Israel (Teatro Maria Matos, 2011) ou Tropa Fandanga (Teatro Nacional D. Maria II, 2014), ZULULUZU (São Luiz Teatro Municipal, Thêatre de La Ville, IKSV - Festival Internacional de Teatro de Istambul, Teatro Municipal do Porto, Festival Mirada, São Paulo, 2016). Fora do Teatro Praga trabalhou com os ingleses Forced Entertainment (Quizoola!, 2014/2015/2016), a companhia belga Tg.STAN (Point Blank, 1998), com os encenadores Tim Etchells, Ricardo Pais, Nuno Carinhas, José Wallenstein, Antonino Solmer, entre outros. O seu trabalho como encenador e ator estende-se também à escrita, à tradução e à formação (ESTC, Balleteatro, ESMAE, etc.) e já foi apresentado em Portugal, Israel, China, França, Itália, Reino Unido, Alemanha, Eslováquia, Eslovénia, Hungria e Turquia. Já recebeu diversos prémios na área do Teatro e foi encenador convidado nos Capitals in Discussion (CIFAS, Bruxelas, 2014), na SP Escola de Teatro (São Paulo, Brasil) e recentemente jurado do reconhecido concurso multidisciplinar Danse Élargie (Théâtre de la Ville, Paris).   ESPECTÁCULO
ANTES
Rafael Alvarez
Coreógrafo e intérprete, cenógrafo e figurinista, investigador e professor. O seu trabalho coreográfico tem sido apresentado desde 1997 na Europa, América do Sul e América do Norte, Médio Oriente, Ásia e África. No decorrer dos últimos 20 anos tem investigado e desenvolvido uma dimensão plástica do movimento e da composição, revelando uma forte componente visual na construção do corpo e do espaço presente nos seus projectos coreográficos, performances e instalações. Em 1997 criou o seu primeiro espectáculo “Go rest my, I close the doors”, um concerto-performance em colaboração com o artista visual Pedro Valdez Cardoso. Desde a criação desta peça iniciática, uma parte significativa do seu trabalho tem-se destacado pela criação e interpretação de solos que continuam a marcar a circulação internacional dos seus espectáculos como - “Ar.Condicionado” (1998), “Self-Service” (1999), TØ (2001), "Última Chamada" (2005), “Colecção Privada” (2007), “Fatigues” (2009), ou mais recentemente “Haute Couture” (2010) e “sweetSKIN” (2012), entre outros. A par da direcção de peças de grupo e duetos – “Match Nulo” (Festival Danças na Cidade, Centro Cultural de Belém, 2002), “Blue Bob/Blowing in the wind” (2006, Teatro del Fiumi/Itália), “Bosque” (2001/2010, Teatro Maria Matos e FID Belo Horizonte/Brasil), "Prêt-à-Porter" (2011, Plural_Companhia de Dança/Centro Cultural de Belém), "Long Distance Call” (2009, Plateaux Festival/Künstlerhaus Mousonturm/Frankfurt e Festival Temps d'Images/Negócio-ZDB) e MIXED FEELINGS (2016, Palco Grande Auditório da Culturgest / Fundação CGD). Dirigiu ao longo do primeiro semestre de 2017 a primeira edição do ciclo S-O-B Labs :: SOLOS; OBJECTOS & BIOGRAFIAS_Labs de Pesquisa e Criação Coreográfica / BODYBUILDERS desenvolvidos entre Paris e Lisboa. Tem investido de forma aprofundada, na relação da Dança com a Comunidade e na dimensão colaborativa da prática artística de diálogo e intervenção com o mundo. Lecciona desde 1998, dança contemporânea e dança inclusiva, desenvolvendo projectos de formação/cooperação nacional e internacional e de dança na comunidade, envolvendo pessoas com deficiência, seniores, pessoas com Parkinson, crianças, estudantes do ensino superior artístico e vocacional e artistas em geral. Em 2001 criou o projecto DANÇA CONTEMPORÂNEA +55 ANOS & SENIORES, projecto que dirige desde então integrando aulas regulares, workshops e apresentações. Professor certificado pelo Dance for PD®/Mark Morris Dance Company/Brooklyn Parkinson’s Group (Nova Iorque) integrando a equipa do Dançar com Parkinson – Aulas de Danças para Pessoas com Parkinson e Cuidadores (Lisboa). Professor de Dança Inclusiva, coordenador artístico da Plural_Companhia de Dança e coordenador-adjunto da Casa das Artes na Fundação LIGA (desde 1998). Foi docente em Movimento e Educação pela Arte na Escola Superior de Educação de Leiria/IPL e na Pós-graduação em Danço-Terapia na Universidade Autónoma de Lisboa. Dirigiu workshops e laboratórios em Portugal, Espanha, França, Hong Kong, São Tomé e Príncipe, São Petersburgo, Dubai, Buenos Aires, Miami e Washington. Tem apresentado comunicações e participado em diversos encontros e conferências em Portugal e no estrangeiro. Realizou residências de pesquisa e criação coreográfica em Lisboa, Évora, Faro, Montemor-o-Velho, Sevilha, Bruxelas, Paris, Frankfurt, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Miami e Tóquio. Foi intérprete em espectáculos e projectos dirigidos pelos coreógrafos – Francisco Camacho/EIRA (PT), Christian Rizzo (FR), Lynda Gaudreau/Lucky Bastards (CN/FR) e do encenador Luís Castro/Karnart, entre outros. Criou cenários e figurinos para espectáculos de Francisco Camacho, Paula Castro, Sílvia Pinto Coelho, João Mota/Comuna Teatro de Pesquisa, Grupo Satyros, entre outros. Integrou em 2011 o projecto europeu de pesquisa e criação de performance e tecnologias A.D.A.P.T Advancing Digital Art Performance Techniques (Portugal, República Checa, Romênia, França, Bélgica). Integrou a primeira edição do projecto coLABoratório – Encontro Sul-Americano Europeu de Coreógrafos (Programa Cultura UE / Festival Panorama) realizado no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza (2006-07). Integrou a equipa de produção da EIRA (2005-2012) e as equipas de coordenação/produção dos projectos europeus Contact’Art e EU-Dance ambos promovidos pela Fundação LIGA (Programa Cultura 2000). Doutor em Comunicação, Cultura e Arte pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Pós-graduado em Ciências da Comunicação – Cultura Contemporânea pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Formado em Realização Plástica do Espectáculo e em Teatro e Educação pela Escola Superior de Teatro e Cinema do IPL. Realizou formação continua em dança contemporânea, performance, improvisação, composição, dramaturgia, danço-terapia e dança inclusiva em Portugal e no estrangeiro (1987-2017). Entre 2000 e 2002 foi bolseiro em Dança do Centro Nacional de Cultura. Membro da Foundation for Community Dance/People Dancing (Reino Unido). Membro colaborador do CHAIA – Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora. Artista associado da EIRA desde 2005. Co-fundador da ANKA – Companhia de Dança Inclusiva de São Tomé e Príncipe. Co-fundador e director artístico da associação cultural – BODYBUILDERS.   ESPECTÁCULO
NO INTERVALO DE UMA ONDA
Raquel André
Raquel André nasceu em Caneças (Odivelas - Portugal) a 15 de Fevereiro de 1986. Desenvolve o seu trabalho artístico desde que se conhece como gente. Um dia pegou numa caixa de papelão cheia de cartas escritas à mão, correspondência de uma família nos anos 70, 80 e 90 e daí criou o seu primeiro trabalho autoral em 2009. Desde então que tem se interessado pelo coleccionismo, especialmente pelo Coleccionismo nas Artes Performativas, tendo sido a sua dissertação de Mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro sob a orientação da pesquisadora e performer Eleonora Fabião com a Bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi em 2011 que pisou pela primeira vez o Rio de Janeiro, ganhou a Bolsa Inov-Art e de uma residência de 5 meses na Cia dos Atores, passou 5 anos a trabalhar perto de Bel Garcia – directora e actriz brasileira, responsável pela sua mudança para o Brasil pois acompanhou todas as suas criações durante esses anos (""Inbox"", ""Matamoros"", ""Peças em Galeria"", ""Oréstia"", ""Conselho de Classe"", ""Beije Minha Lápide"") e constitui-se como uma grande referência de teatro e de amor no Rio de Janeiro. Durante esse período acompanhou de perto Cesar Augusto, actor, director e programador do Galpão Gamboa – projecto de Marco Nanini e Fernando Libonati que teve a oportunidade de acompanhar a abertura e à programação cultural de Teatro, Dança e Música regulares - aqui iniciou-se nos cargos de programação/curadoria e produção. O Brasil revelou-se um período de crescimento profissional e artístico enorme. O desafio de viver a uma distância de um oceano da Europa trouxe-lhe novas perspectivas e amadurecimento que inevitavelmente influenciaram o seu trabalho. É licenciada pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, estudou e aproximou-se de vários artistas portugueses de diversas linguagens artísticas, passou pela televisão portuguesa, apresentou as suas criações em Portugal, Espanha, Polónia, Cuba, Argentina e Brasil. É uma artista convidada da rede europeia APAP (Advancing Performing Arts Project - Performing Europe 2020) sob o apoio do Teatro Nacional D. Maria II. Actualmente vive numa ponte aérea, sabe que quer continuar a viajar com a certeza que será o seu coração que a fará movimentar-se com as suas criações, como performer, actriz, directora/ encenadora, programadora, produtora e como coleccionadora obstinada pelo efémero.   ESPECTÁCULO
COLECÇÃO DE COLECCIONADORES
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
COLECÇÃO DE AMANTES
Rita Natálio
Rita Natálio nasceu em Lisboa em 1983 e vive entre Lisboa e São Paulo desde 2012. Estudou Artes do Espectáculo Coreográfico na Universidade de Paris VIII e realizou o Curso de Pesquisa Coreográfica do Fórum Dança 2006. É mestre em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2015) com orientação do Professor Peter Pál Pelbart (bolsa Fundação Calouste Gulbenkian 2012-2015). Actualmente, é doutoranda em Estudos Artísticos na FCSH-UNL e Antropologia na Universidade de São Paulo, com bolsa da FCT. A sua actividade principal tem-se centrado nas áreas da escrita, dramaturgia e performance. O seu trabalho cruza a criação de textos e espectáculos com os seus estudos académicos sobre biopolítica e estética. Como dramaturgista, Rita Natálio colaborou regularmente com Vera Mantero, João Fiadeiro, Cláudia Dias, Guilherme Garrido, Pieter Ampe, António Pedro Lopes e Marianne Baillot. Entre os seus trabalhos de performance destaca “Não se vê que sou eu mas é um retrato (Temps d'Images/Culturgest, 2011) e “Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas” (São Luiz, 2012). Destaca igualmente o projecto “Museu Encantador” que recebeu o Prêmio Redes Artes Visuais 10ª Edição da Funarte/Brasil, e contou com a participação de um grupo alargado de artistas portugueses e brasileiros. Este projecto seleccionado, posteriormente à sua estreia, para o programa de residências de investigação Les Récollets em Paris em 2015, tendo passado pelo FITEI e pelo Kampnagel (Hamburgo). Recentemente, publicou o seu primeiro livro de poesia “Artesanato” pela “(não) edições”, entretanto nomeado para o Prémio Novos 2016 em Portugal. Actualmente, prepara o novo livro com selo da mesma editora, em paralelo ao projecto “Antropocenas” com o coreógrafo João dos Santos Martins e um projecto de criação de um audio guide para o Museu da Imigração de São Paulo a convite do Geothe Institut São Paulo, MitSp (São Paulo) e SpielArt Festival de Munique.   ESPECTÁCULO
ANTROPOCENAS
Sara Vaz
Sara Vaz nasceu em 1979. Fez a sua formação no Conservatório Nacional de Dança de Lisboa e na École de Danse de Genève dirigida por Beatriz Consuelo (CH). Em 1996 fez parte do Núcleo de Formação da EIRA orientado por Carlota Lagido e Francisco Camacho, ano em que inicia também o seu percurso profissional na dança. Em 2005 frequentou o curso Ex.er.ce no Centro Coreográfico de Montpellier dirigido por Mathilde Monnier, onde iniciou uma colaboração com a coreógrafa espanhola Olga Mesa que se mantém até hoje. É licenciada em Teatro, Curso de Teatro - Ramo Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Como intérprete em dança colaborou com Francisco Camacho, Carlota Lagido, David Miguel, Tânia Carvalho, Miguel Pereira, Jean Paul Bucchieri e Olga Mesa. Como intérprete em teatro/cinema colaborou com Mónica Calle, Nuno M. Cardoso, Miguel Seabra, José Nascimento, João Botelho e Anne Monfort. De 2006 a 2009 fez parte do núcleo de artistas da EIRA. Como coreógrafa criou e interpretou os solos: Go until the heart breaks you, Raposas I, Raposas II, e Odete Odile, apresentado entre 2006 e 2009 (em PT, FR e ES). Fez a ‘Corporalidade' de Quixote, espectáculo da companhia de teatro O Bando, encenado por João Brites - Prémio de melhor espectáculo de teatro do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores. Desde 2011, lecciona a disciplina de Corpo no curso de Teatro da ESAD, Caldas da Rainha e na ACT- Escola de Actores em Lisboa, tendo também leccionado noutras escolas, tais como a Escola Superior de Teatro e Cinema e Universidade Lusófona.   ESPECTÁCULO
MERCI - A ANTESTREIA
Teresa Silva
Teresa Silva (Lisboa, 1988) frequentou a Escola de Dança do Conservatório Nacional, a Escola Superior de Dança (Licenciatura em Dança) e o Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica (PEPCC), ministrado pelo Forum Dança. Participou, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, no DanceWeb Scholarship Programme 2011 do Festival Impulstanz Vienna sob a mentoria de Boyzie Cekwana e Isabelle Schad. Como intérprete, destaca o seu trabalho com Liz Santoro & Pierre Godard em For Claude Shannon, Loïc Touzé em Fanfare e Ô Montagne, Rita Natálio em Museu Encantador, Luís Guerra em Nevoeiro, Tiago Guedes em Hoje,Tânia Carvalho em Icosahedron, Ana Borralho & João Galante em World of Interiors, Sofia Dias & Vítor Roriz em O mesmo mas ligeiramente diferente e Mariana Tengner Barros em Peça do Coração. Desde 2008, desenvolve o seu próprio trabalho enquanto criadora destacando-se o solo Ocooo, que contou com o acompanhamento artístico de Loïc Touzé; A vida enorme/La vie en or co-criado com Maria Lemos; Leva a mão que eu levo o braço e Um Espanto não se Espera, ambos criados em colaboração com Elizabete Francisca (ambos vencedores do Concurso Jovens Criadores); a adaptação do solo Conquest de Deborah Hay, comissariado pela Fundação de Serralves; e as co-criações com Filipe Pereira, Letting Nature take over us again e O que fica do que passa. Desde 2012, tem vindo a dar aulas no Forum Dança, no contexto da formação PEPCC, e a leccionar workshops no âmbito das suas criações. Em 2015, colaborou com Miguel Pereira na orientação do Ninhou Arts Summer Camp, uma escola de verão de artes performativas, projecto organizado pela associação cultural Materiais Diversos. Desde 2016, organiza com Maria Ramos e Sofia Dias, o grupo de trabalho “Aulas e práticas de dança hoje” que visa juntar professores e artistas que se interessam por questionar e aprofundar em conjunto as suas práticas pedagógicas no âmbito da dança contemporânea. Entre 2011 e 2014, foi artista associada da estrutura Materiais Diversos sob a direcção de Tiago Guedes.   ESPECTÁCULO
NOVA CRIAÇÃO
Tiago Cadete
Tiago Cadete nasceu em Faro, 1983. Vive actualmente entre Lisboa e o Rio de Janeiro. O seu trabalho situa-se na fronteira entre as Artes performativas e Visuais. Frequenta o Doutoramento em artes visuais EBA-UFRJ onde é Mestre pela mesma instituição. É licenciado em Teatro ESTC. Pós Graduado em dança pela Faculdade Angel Vianna. Até hoje o seu trabalho tem sido apresentado em diversos teatros e festivais no continente Europeu, Americano e Asiático. Como intérprete trabalhou com Francisco Camacho, Carlota Lagido, Sílvia Real, Mariana Tengner Barros, Gustavo Ciríaco, Tino Sehgal, Jorge Silva Melo, João Brites, Alfredo Martins. Em 2011 participou no projecto europeu de pesquisa e criação de performance A.D.A.P.T das suas criações destaca “HIGHLIGHT”, “GOLDEN” e ”ALLA PRIMA” Desde 2009 colabora regularmente com Raquel André tendo criado as peças: “NO DIGITAL”, “LAST” e “TURBO_LENTO” como o apoio da FCG, GDA e da DGArtes. Colabora com criações para o Serviço Educativo da Culturgest. É artista associado da EIRA.   ESPECTÁCULO
APAGÃO