// ANA PAIS // AINHOA VIDAL // ALFREDO MARTINS // ANA RITO e JACINTO LAGEIRA // ANTÓNIO DE SOUSA DIAS
// IDO FEDER & DAVID MARQUES // DINIS MACHADO // FRANZISCA AARFLOT // JOÃO PAULO SERAFIM
// JORGE SILVA MELO e JOHN ROMÃO // MARIA RAMOS // MARTIM PEDROSO // MIGUEL BONNEVILLE // NUNO GRANDE
// PABLO FIDALGO // PEDRO VAZ // PONTO TEATRO // RUI NETO // SALOMÉ LAMAS // TATIANA MACEDO
// TENCHY TOLÓN // TIAGO CADETE e RAQUEL ANDRÉ // CINEMATOGRAFIA 1 // PRÉMIOS DE CINEMA PARA FILMES SOBRE ARTE

// DEPOIMENTO

O Município de Lisboa apoia o Temps d’Images desde a sua primeira edição, em 2003, e é muito gratificante testemunhar a pertinência e o reconhecimento que este evento tem vindo a conquistar ao longo dos anos. O Temps d’Images é um festival que nasce e que vive da contemporaneidade, mas que, na verdade, responde em si mesmo, na forma como se estrutura e organiza, aos desafios do mundo actual: faz parte de um projecto mais vasto que se desenrola em diversos países europeus, é fruto de trabalho em rede e colaborativo, articula e envolve artistas, co-produtores e parceiros nacionais e internacionais, e, partindo das artes performativas e da imagem em movimento, aborda e aprofunda as inúmeras questões que caracterizam a Cultura contemporânea.
O Temps d’Images continua a ser um caminho para usufruir, valorizar e questionar a Cultura, hoje, em Lisboa.
Catarina Vaz Pinto, Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa

 

// EDITORIAL

Entre os processos de mediação óptica e o uso da corporalidade, a continuidade da criação artística portuguesa está assegurada no Temps d’Images Lisboa 2013. Uma comunhão cinética da performatividade, espacialidade, transcendência, utopia e dúvida no tempo do tempo.
15 espectáculos, 4 instalações, 2 conferências e 89 filmes, no espaço, no palco, no ecrã e no microfone, experimentados por um sem numero de artistas, traduzem uma estratégia programática, como sempre, de agregação, polissemia, empiria e vertigem.
Este é o nosso campo, contra-campo.
Este é o nosso Temps d’Images, possível em 2013.
Carta branca tornada a cores através do risco.
António Câmara Manuel, Outubro 2013