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FESTIVAL 2011        |        CALENDÁRIO              PROGRAMA        |        PRESS 2011        |       INFO
 
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  INSTALAÇÃO
MNAC | 10 NOV > 11 DEZ
 
Direcção Artística: Beatriz Cantinho e Ricardo Jacinto | Co-criação e Interpretação - Bailarinos: Ana Gouveia, Filipe Jácome, Francesca Bertozzi | Co-criação e Interpretação - Músicos: Nuno Torres (saxofone alto), Ricardo Jacinto (violoncelo)
Palco/Instrumento _ Concepção: Ricardo Jacinto | Projecto de Execução: André Castro, Elysabeth Remelgado | Construção: Tomás Viana, Ricardo Jacinto, Nuno Torres
Instalação Vídeo _ Realização: Beatriz Cantinho e Ricardo Jacinto | Direcção de Fotografia: Vasco Viana | Cameras: Vasco Viana, Vasco Saltão, Nuno da SIlva | Maquinistas: Rui Pereira, Tiago Valente, Daniel Monteiro | Som: Pedro Magalhães | Luz: Alexandre Costa | Figurinos: Mariana Sá Nogueira | Produção: Meninos Exemplares | Produção Executiva: Sara Morais | Apoios: CMO/Fundição de Oeiras, Vende-se Filmes
 
  Projecto Financiado pela e
 

EYE HEIGHT RICARDO JACINTO e
BEATRIZ CANTINHO

EYE HEIGHT é um espectáculo onde um dispositivo, que é simultaneamente cenário e instrumento, é palco para a criação coreográfica e musical. Este objecto comporta-se como uma caixa de ressonância, amplificando os sons provocados pela fricção e percussão de corpos que, movendo-se na horizontal, induzem a vibração de conjuntos de cordas colocadas no seu interior.
Com a linha do olhar à altura do palco, os espectadores assistem a um discurso improvisado em que bailarinos e músicos constroem um manto visual e sonoro de impressão paisagística proporcionando uma experiência essencialmente sensorial e contemplativa.
A instalação presente no Museu do Chiado consiste num formato complementar de abordagem à performance, permitindo ao espectador aceder à obra numa dimensão cinematográfica, e mais concretamente, a partir de um dispositivo fílmico que inclui vários pontos de vista simultâneos. Três planos sequência em torno do palco permitirão ao espectador estabelecer uma relação de intimidade e comprometimento físico com o movimento dos bailarinos, requerendo do mesmo uma constante adaptação perceptiva em relação às imagens síncronas filmadas de diferentes perspectivas.