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  ESPECTÁCULO :: vídeo performance
CULTURGEST | 4 > 5 NOV |
21h30
 
Conceito, direcção e coreografia: Olga de Soto Criado com Vincent Druguet | Intérpretes Cyril Accorsi e Olga de Soto | Realização vídeo, câmara e som: Olga de Soto | Testemunhos de Micheline Hesse, Suzanne Batbedat, Robert Genin, Brigitte Evellin, Julien Pley, Françoise Olivaux, Olivier Merlin e Frédéric Stern | Montagem vídeo: Montxo de Soto e Olga de Soto | Música: Johann Sebastian Bach, Sarabanda da Suite inglesa nº2 BWV 807, Sarabanda da Suite inglesa nº5 BWV 810, Passacaglia em dó menor BWV 852 (transcrição para piano) interpretadas ao piano por Angela Hewitt | Cenografia: Thibault Vancraenenbroeck | Desenho de luz: Henri-Emmanuel Doublier | Direcção técnica: Christophe Gualde | Produção: NIELS (Bruxelas) | Co-produção: Kunstenfestivaldesarts, Centre National de la Danse - Pantin | Apoio: COM4 HD - Madrid, Ministère de la Communauté française Wallonie-Bruxelas - Secteur Danse | Responsável pela digressão: Caravan Production, Bruxelas
Vídeo Performance falada em francês com legendagem em português.
 

histoire(s) OLGA DE SOTO

Em Junho de 2003, a convite de António Pinto Ribeiro, no âmbito do programa Homenagem a Le Jeune Homme et la Mort, que evocava o bailado estreado em Paris em Junho de 1946 no Théatre des Champs Elysées, com libreto de Jean Cocteau, coreografia de Roland Petit e memorável interpretação do bailarino Jean Babilée, a coreógrafa Olga de Soto criou para a Culturgest História (primeira versão), apresentada num espectáculo partilhado com o compositor Luís Tinoco (Imaginary Landscape - a melodrumming after Cocteau) e com o coreógrafo Hervé Robbe (REW - vers une utopie du renoncement).
Depois destas apresentações em Lisboa, Olga de Soto continuou a desenvolver o projecto, que deu origem ao vídeo performance documentário histoire(s) estreado em 2004 no Kunstenfestivaldesarts, em Bruxelas que, desde então, tem circulado por toda a Europa com enorme sucesso, e agora apresentamos. Trata-se do resultado de uma pesquisa sobre o que perdura de um espectáculo da dança na memória dos espectadores, com recurso aos comoventes testemunhos filmados de alguns espectadores mais de meio século após terem assistido às primeiras apresentações de Le Jeune Homme et la Mort em 1946, no imediato pós-guerra.